quinta-feira, 28 de maio de 2009

Por que contratar um advogado de confiança?

A pergunta é: por que contratar um advogado de confiança e competente na hora de fechar um contrato, ou de defender um direito que se entenda estar sendo lesado? Certamente você já deve ter passado ou passará por uma situação que o levou a contratar um advogado. Quem nunca perguntou a um amigo - você conhece um advogado competente? Muitos respondem sim, então vem a segunda pergunta: - ele é bom mesmo? É de confiança?

Bom, o conceito de competência e confiança pode ser confundido nessa hora. Competência, sem sombra de dúvidas, é a capacidade que o profissional tem para desempenhar o seu mister. Agora, o julgamento do profissional como bom ou ruim, muitas das vezes, é uma visão subjetiva e pode estar relacionada com o resultado do trabalho prestado. Mas, confiança não tem relativização. Confiança, no meu modesto de ponto de vista, é a segurança que o profissional contratado traz ao contratante. E esta segurança advém da história pregressa do profissional.

Mas o que eu quero dizer mesmo é que os advogados são profissionais que exercem sua profissão defendendo o interesse de outrem, ou seja, do cliente que lhe confiou à causa. O advogado nos representa em juízo ou fora dele, em todos os atos inerentes ao mister que lhe fora confiado.

Contudo, por mais competente que seja, o advogado, para ganhar a causa de seu cliente, necessita de toda a verdade dos fatos a serem defendidos, bem como das provas indispensáveis à comprovação do direito que se busca tutelar. Portanto, entre o advogado e o seu cliente tem que haver uma só verdade. E, mais, ao contratar um profissional desta categoria, é necessário que você confie nele, e tenha certeza de que ele tenha competência para tanto.

Sempre que necessitar de um advogado, não vá busca o primeiro que encontrar na esquina procure indicações com as pessoas de seu relacionamento, de preferência, por alguém de moral ilibada. Outro fato importante: não dê preferência para os “barateiros” e nem é preciso procurar os mais “careiros”. Em ambos os casos você pode estar iludido. O ideal, como dito antes, é contratar um profissional de moral recomendada, competente e da sua confiança.

Eu escrevi esse texto baseado na relação profissional que tenho com minha advogada, que por questões éticas, não vou mencionar o nome, mas afirmo: vejo nela uma pessoa com todos esses requisitos básicos por mim mencionados. E o que é melhor: além de competente para que já contratamos até hoje, temos uma relação de transparência. Isso, para mim, é fundamental.

Boa sorte na escolha do seu ou sua advogada e um abraço!

3 comentários:

Catarina Estoc disse...

olá, Wemerson, salvo enganos, rsrs,
sua advogada sou eu, então, quero lhe dizer um muito obrigada pelas honrosas palavras.

Ah, não precisa esconder o meu nome, kkkk

pode até colocar o meu telefone, kkk
Um abraço cordial,
catarina Cabral

ivandro disse...

Foi util ler este texto muito exclarecedor são de blogs assim que o brasil precisa que nós façam entender as coisas de uma forma didatica parabéns e continue com esse belo trabalho.

Cristiane disse...

Oi meu nome e Cristiane,por favor me ajudem.
Eu sou averbada desde 2004,so que agora ele nao assina o divorcio,eu sei onde ele trabalha,o que devo fazer para conseguir a separaçao me ajude quero me casar novamente e ele so me atrapalha.
Bjs

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